quarta-feira, 10 de julho de 2013

E o depois.....


Sim é verdade... embora por vezes quando as coisas nao resultam a dor seja insuportavel, capaz de nos fazer sentir sem capacidade de nos movermos, pensarmos ou até respirarmos...
 
Mas estar vivo, e que bom que é viver, é isto mesmo, para depois de nos recuperarmos a alegria de viver ser ainda maior, se dar valor às mínimas coisas e ainda há sempre a esperança de que alguem super mega especial nos possa entrar pela vida, surpreendendo-nos, fazendo-nos rir, fazer-nos sentir especiais, mostrando-nos que há pessoas fantasticas por descobrir e que são decentes e normais, mas muito muito especiais, feitas à nossa medida..... E isso nao tem preço.... A felicidade, tranquilidade e bem estar que nos traz é algo do outro mundo.....
 
Esta música linda, de outro planeta, foi motivo para lagrimas, muitas lagrimas minhas durante meses.... mas já nao é mais..... que bom!!!!!!!!! Adoro-a e agora posso ouvi la à vontade....
 
"I was just guessing at numbers and figures
Pulling the puzzles apart
Questions of science, science and progress
Do not speak as loud as my heart
But tell me you love me, come back and haunt me

Oh and I rush to the start
Running in circles, chasing our tails
Coming back as we are"

 
Obrigada a quem conseguiu esta proeza, independentemente do que o futuro me reserve.
O tempo ajuda muito, especialmente para nos recompormos e para renascermos, ter amigos especiais também e já agora "um alguem" que sem saber é muito especial, bastando apenas ser ele próprio..... apenas ele, porque basta isso para estar no mesmo comprimento de onda que eu.... obrigada......



 

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Mas não é amor.

 
 

 


 
 
Apetece-me dizer como o Pedro Chagas Freitas: se é obsessão então é amor.
 
Mas não é amor.
 
Apesar te ter sido a última vez em que realmente fiz amor foi naquele fim de semana longe daqui.
 
Era fazer amor, era estarmos unos, apenas nós, toda a extensão das nossas peles estavam em total contacto, o prazer, o toque que nao é possivel de descrever das maos, braços, cara, bocas... Momentos havia em que o movimento era mínimo e era tudo,significava tudo... Nada mais era preciso....
 
Não me lembro todos os dias, mas no fundo algo está presente todos dias.....
 
E não sai de mim, faça eu o que fizer...
 
Eu sei que não é amor e sei que as pessoas passam na nossa vida com um intuito, e algumas ficam.....
 
Então porque é que aquelas que não ficam, porque, ok, não é suposto ficarem, não saiem de nos, de  debaixo da nossa pele, não se desentrenham dos nossos pensamentos, das nossas saudades, das nossas recordações????
 
Acho que ao fim de algum tempo já chega de provação..... Já nao tem utilidade nenhuma.... E eu já percebi isso.. Já aceitei isso...
 
Não nos deixa avançar de coraçao e alma livres para outra pessoa, e todos os dias nos pesa... a dor ou a lembrança do que era a dor......
 
 
 
Up Where We Belong - Joe Cocker & Jennifer Warnes