É sabido que
por definição família é o conjunto de pessoas que estão ligadas entre si pelo
sangue: avós, pais, filhos, irmãos, cunhadas (os), sobrinhas (os), tias (os),
primas (os), etc..
Para mim a
família é sagrada, é algo de formidável, “os meus” são as pessoas que mais
adoro acima de tudo, por quem fiz, faço e farei tudo e estão sempre presentes
em mim e para mim.
Ao longo dos
anos tenho conhecido muitas pessoas. Das que se tornam minhas amigas, na grande
maioria, acaba sempre por haver um certo afastamento, natural, atendendo às
vidas que levamos.
No entanto,
passados tempos é com alegria que revejo/reencontro algumas delas e continuamos
a relação/amizade como se não tivesse havido qualquer intervalo.
Também já se
deu o caso do afastamento ter sido forçado, podendo eu ter razão ou não na
opinião da outra pessoa, mas afastei-me, já em tempos mais recentes, porque
neste momento o círculo de amizades é para ser restrito, pequeno mas de
excelente qualidade. Apenas me dedico a quem me merece, na minha opinião claro.
E também não tenho, a presunção, nem pretendo, que toda a gente goste de mim
(antes pelo contrário).
Neste meu círculo
apertado de amizades sinto-me bem, apoiada, amada e que também lhes faz bem a
minha amizade.
E quando
temos alguém que sobressai pela sua presença constante, pelo seu apoio
constante, pela amizade enorme, que transborda tudo, todos os sentimentos de
amizade que já tivemos, que reage e actua como nós, que nos quer proteger, a
quem tudo confidenciamos, que sabemos estar lá sempre para nós, a quem podemos pedir
o que quer que seja, mas de quem aceitamos “um não ser possível”, de quem
aceitamos todos os comentários porque são amigos e com preocupação por nós,
enfim a quem podemos chamar anjo da guarda?
Digo-vos: é indescritível
a forma como nos sentimos apoiados diariamente. E claro retribuímos na mesmíssima
moeda.
Eu tenho um
destes anjos da guarda e vocês?
Friends Will Be Friends - Queen
http://www.youtube.com/watch?v=gJWqw6XiuXs


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